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Análise granulométrica (peneiramento + hidrômetro) em Porto Velho

Juntos resolvemos os desafios do amanhã.

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A ABNT NBR 7181:2016 rege o procedimento técnico, mas em Porto Velho a análise granulométrica exige olho clínico. Os solos lateríticos da capital de Rondônia, formados sobre sedimentos da Formação Solimões, apresentam frações finas de comportamento peculiar. Uma curva granulométrica mal interpretada aqui gera projetos de fundação subdimensionados ou aterros com recalque precoce. Nosso laboratório opera em conformidade com a NBR NM ISO 17025 para garantir que cada peneira e cada leitura de densímetro retratem fielmente o que está sob o terreno. Combinamos o peneiramento tradicional com o ensaio de sedimentação para cobrir desde o pedregulho até a argila coloidal. Para terrenos com saturação elevada na zona sul da cidade, associamos a permeabilidade in situ visando antecipar o comportamento hídrico do maciço.

O D10 obtido no hidrômetro define o risco de liquefação em solos saturados — um parâmetro que ignoramos até em regiões de baixa sismicidade como Porto Velho.

Procedimento e escopo

A diferença de solo entre o centro histórico e o distrito de Jaci-Paraná é brutal. No centro, predominam siltes argilosos residuais de cor avermelhada, com plasticidade moderada e boa resistência natural. Em Jaci-Paraná, a fração arenosa fina a média domina o perfil, exigindo curvas granulométricas com mais pontos de controle para não mascarar a uniformidade do material. Nosso procedimento usa peneiras de 50 mm até 0,075 mm, e a partir daí o hidrômetro assume. O resultado é uma curva precisa que define o coeficiente de curvatura (Cc) e o diâmetro efetivo (D10). Em obras de pavimentação na BR-364, por exemplo, a fração argila precisa ser controlada abaixo de 15% para evitar trincas por retração. Quando o projeto exige compactação, integramos o ensaio com a densidade in situ pelo cone de areia para validar o grau de compactação alcançado.
Análise granulométrica (peneiramento + hidrômetro) em Porto Velho
Imagem técnica de referência — Porto Velho

Fatores do terreno local

O crescimento de Porto Velho a partir do ciclo da borracha e, depois, das usinas hidrelétricas do Madeira, empurrou a cidade sobre áreas de solo mole e depósitos aluvionares não mapeados. Lotes abertos na zona leste, próximos à bacia de inundação, escondem camadas de argila orgânica que passam despercebidas numa simples inspeção visual. A granulometria revela o problema: uma fração argila acima de 40% com alta atividade coloidal indica potencial de expansão e retração severa. Ignorar essa caracterização implica em trincas estruturais nos primeiros ciclos de chuza e seca. Em aterros compactados, a ausência de um controle granulométrico faz com que a permeabilidade real seja ordens de grandeza diferente da projetada, comprometendo a drenagem. Nosso laboratório auxilia na prevenção com laudos que detalham cada fração e seu impacto mecânico. Em zonas de rejeito de mineração, aplicamos a mesma técnica para validar a segregação do material antes da disposição final, complementando com colunas de brita quando o perfil exige reforço.

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Parâmetros de referência

ParâmetroValor típico
Faixa de peneiramento grosso75 mm a 2,0 mm
Faixa de peneiramento fino2,0 mm a 0,075 mm (#200)
Ensaio de sedimentaçãoHidrômetro 152H, ASTM E100
Coeficiente de uniformidade (Cu)Calculado via D60/D10
Coeficiente de curvatura (Cc)Calculado via (D30)²/(D60·D10)
Preparação da amostraSecagem ao ar, destorroamento e quarteamento
Prazo médio de resultado5 dias úteis

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Verificamos a faixa granulométrica do material importado conforme especificação do DNIT. Relatório comparativo com limites de projeto para liberação de camada.

Normas técnicas vigentes

ABNT NBR 7181:2016 - Solo — Análise granulométrica, ABNT NBR 6457:2016 - Preparação de amostras para ensaios de caracterização, ABNT NBR NM ISO 17025 - Requisitos gerais de competência para laboratórios, DNIT - ES 098/2007 - Especificação de serviço para aterros

Dúvidas comuns

Em quanto tempo sai o resultado de uma análise granulométrica completa em Porto Velho?

O prazo padrão do laboratório é de 5 dias úteis. A etapa de sedimentação com hidrômetro é a que mais consome tempo, pois exige leituras em intervalos definidos ao longo de 24 horas após a dispersão da amostra.

Qual a quantidade mínima de amostra para o ensaio?

Solicitamos no mínimo 1 kg de material passante na peneira de 2 mm para o ensaio de sedimentação, mais uma porção representativa para o peneiramento grosso. Para solos com pedregulho, o volume total pode chegar a 5 kg.

Qual o custo de uma análise granulométrica por peneiramento e hidrômetro?

O valor fica em torno de R$100.000 por amostra, já incluindo o relatório com a curva completa e os coeficientes de uniformidade e curvatura. Para pacotes com mais de 5 amostras na mesma obra, aplicamos condições especiais.

Vocês coletam a amostra no local da obra?

Sim. Nossa equipe se desloca até o canteiro em Porto Velho e região para coletar amostras indeformadas ou deformadas conforme a necessidade do ensaio, seguindo o procedimento da ABNT NBR 6457.

Localização e área de serviço

Atendemos projetos em Porto Velho e arredores.

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